Eu sei filha,
Não é preciso adivinhares...tu sabes o quanto eu gosto de ti!
Gosto de ti mais e acima de tudo e todos!
Vivo para e por ti!
Sou feliz nos teus sorrisos, parte-se-me o coração em cada lágrima tua!
Tu és eu e eu sou tu.
Não somos uma. Somos duas. Mãe e filha...somos carne, sangue, felicidade, tristezas, vitórias, derrotas...SOMOS!Eu e tu, para sempre, mãe e filha! Eternamente, parte uma da outra!
à vida mais não peço que não seja ver-te crescer...ver-te conquistar o teu mundo como um dia a mãe conquistou o dela! Espero que com menos tombos do que a mãe deu...
Sabes, nem sempre é fácil ser «um crescido»! Por isso é curioso ver-te, aos 3 anos, dizer com tanto empenho:"eu já sou uma crescida". Não és fofinha, e ainda bem que não és...Serás um dia e a mãe e o pai estão cá para te ajudar a conquistar o mundo (e arredores ;) !)...
Fica aqui a letra da música do "Andé Sadê" que tanto gostas e cantas... tu já amavas o livro com o mesmo nome, mas o dvd, esse sim, deixa-te vidrada!!!
"Adivinha quanto gosto de ti!!"
pensei dar-te uma flor,com um bilhete,
mas não sei o que escrever,
sinto as pernas a tremer
quando sorris para mim,
quando deixo de te ver...
Vem jogar comigo um jogo,
eu por ti e tu por mim.
Fecha os olhos e adivinha,
quanto é que eu gostode ti...
Gosto de ti desde aqui até à lua,
Gosto de ti, desde a Lua até aqui.
Gosto de ti, simplesmente porque gosto,
e é tão bom viver assim!...
Ando a ver se me decido,
como te vou dizer,
como te hei-de contar,
até já fiz um avião com um papel azul,
mas voou da minha mão...
Vem jogar comigo um jogo,
eu por ti e tu por mim.
Fecha os olhos e adivinha,
quanto é que eu gostode ti.
Gosto de ti desde aqui até à lua,
Gosto de ti, desde a Lua até aqui.
Gosto de ti, simplesmente porque gosto,
e é tão bom viver assim...!
Quantas vezes parei à tua porta,
quantas vezes nem olhaste para mim,
quantas vezes eu pedi que adivinhasses,
o quanto eu gosto de ti.
Gosto de ti desde aqui até à lua,
Gosto de ti,
desde a Lua até aqui.
Gosto de ti,
simplesmente porque gosto,
e é tão bom viver assim..."
(André Sardet)
Simplesmente,
Mã da Cocas
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